Brasão SOAER
CETAM · CURSO DE TRIPULANTE AEROMÉDICO

Segurança de Voo

SOAER · SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES AÉREAS · SES
Instrutor: Thalles Filipe
Cap BM · Piloto
Asas CETAM
APRESENTAÇÃO

Cap BM QOC/16 Thalles Filipe

  • 2019PPH
  • 2022COA — CAVPM (PMESP)
  • 2023CCOA e CTO
POR QUE ESTE TEMA

“Pilotos entre 100 e 500 horas vivem a fase estatisticamente mais perigosa da carreira. Segurança, pra mim, não é teoria — é sobrevivência.”

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VAMOS NOS CONHECER

Qual é a sua relação com a aviação?

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NOSSA REALIDADE

O ambiente mais hostil da aviação civil

BAIXA ALTURAVoo constante perto de obstáculos
ÁREA NÃO PREPARADAPouso em rodovia, praça, pasto
PRESSÃO DE TEMPOCada minuto conta para o paciente
CARGA EMOCIONALVidas em jogo dentro e fora da cabine

“A missão de salvar uma vida nunca pode custar quatro.”

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CONCEITO

Segurança é investimento, não custo

  • No serviço público, segurança = manutenção da capacidade operacional: aeronave no chão não salva ninguém
  • Um acidente custa vidas, a aeronave e a credibilidade do serviço
  • Segurança de Voo = Segurança Operacional — termo consagrado pelo SMS (OACI, 2006)
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ORIGENS

Ícaro: o primeiro acidente aeronáutico

  • Dédalo fez a primeira recomendação de segurança da história: não voe baixo demais, nem alto demais
  • Ícaro conhecia a regra — e descumpriu
  • O sol derreteu a cera das asas: o primeiro “acidente aeronáutico”
A LIÇÃO

Acidentes acontecem por descumprimento de regra — não por falta dela.

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ORIGENS

O primeiro acidente aéreo do Brasil

20 MAI
1908
Realengo · Rio de Janeiro
  • Ten. Juventino Fernandes da Fonseca, em balão cativo do Exército
  • A investigação da época apontou “causa única”: falha da válvula
  • Era o modelo mental do tempo: achar a causa — e, de preferência, o culpado
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EVOLUÇÃO

Da culpa à prevenção

1965
Decreto 57.055: a prevenção vira o objetivo da investigação
1971
Criação do CENIPA em 19/11 (Decreto 69.565)
2005
Criação da ANAC, agência reguladora civil
2007
Criação dos SERIPA — serviços regionais
2013
Anexo 19 da OACI: gestão da segurança operacional
2017
Painel SIPAER: dados de ocorrências abertos

Inquérito procura culpado. Investigação procura o que fazer para não repetir.

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CONCEITO-CHAVE

Acidente não tem causa única

  • Todo acidente resulta de fatores contribuintes — e todos têm o mesmo peso
  • Cada barreira de defesa tem furos: falhas latentes e ativas
  • O acidente acontece quando os furos se alinham
  • Fechar qualquer furo interrompe a sequência
Modelo do queijo suíço
Modelo do queijo suíço (James Reason)
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FILOSOFIA SIPAER
5
valores morais
8
princípios
1
único objetivo da investigação: PREVENIR
Anexo 13 · OACI
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FILOSOFIA SIPAER

Princípios 1 a 4

1
Todo acidente pode ser evitado
2
Todo acidente resulta de uma sequência de eventos — nunca de causa isolada
3
Todo acidente tem precedente: alguém já passou por algo parecido
4
Prevenção exige mobilização geral — é tarefa de todos
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FILOSOFIA SIPAER

Princípios 5 a 8

5
Os chefes são os principais responsáveis pela prevenção
6
Prevenção não restringe a atividade aérea — estimula seu desenvolvimento seguro
7
Não há segredos nem bandeiras: informação de segurança circula livre
8
Punições agem contra a prevenção
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FILOSOFIA SIPAER · PRINCÍPIO 8

Punir o erro honesto mata a informação

  • Não é impunidade: dolo, crime e indisciplina seguem pelos meios próprios
  • Lei 12.970/2014 protege as informações de investigação — validada pelo STF em 2024

“Se errar custa o emprego, ninguém conta o erro. Se ninguém conta, o próximo repete — com plateia.”

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O SISTEMA

Estrutura do SIPAER

CENIPA
Órgão central do sistema
7 SERIPA
Regionais — RJ é o SERIPA III
ANAC · DECEA
Regulação e controle do espaço aéreo
CNPAA
Comitê nacional de prevenção
ELOS-SIPAER

Toda organização que opera aeronaves é um Elo do sistema. A SOAER é um Elo — e cada um de vocês também. Sem subordinação hierárquica (CBA, art. 25): a segurança fala direto.

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ESTUDO DE CASO

US Airways 1549 — o “Milagre do Hudson”

15 JAN 2009
A320 · decolagem de LaGuardia
2.800 ft
Gansos ingeridos · 2 motores perdidos
208 s
Da colisão ao pouso no rio Hudson
155 / 155
pessoas a bordo / sobreviventes. Nenhuma vida perdida.
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🎬 VÍDEO

Hudson: reconstituição NTSB com áudio real

Reconstituição com o áudio original da cabine
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O caso Hudson em detalhe
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ESTUDO DE CASO

O que o Hudson nos ensina

  • Fauna derruba aeronave grande — imagine um helicóptero leve
  • CRM em ação: Sully voa, Skiles roda o checklist — divisão clara de tarefas
  • A cabine participou: comissárias organizaram a evacuação — na nossa aeronave, esse papel é dos tripulantes
  • Decisão conservadora (o rio, não a pista distante) salvou todos
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15 de setembro
de 2024

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16 de setembro de 2024

10:00
Nova Friburgo
Vista do cockpit — 6º GBM Helicóptero do CBMERJ com focos de incêndio ao fundo
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16 de setembro de 2024

13:00
Petrópolis
Focos de incêndio na serra Voo sobre a região serrana de Petrópolis
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16 de setembro de 2024

14:45
Itaipava
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QUIZ · BLOCO 1 · PERGUNTA 1 DE 5

A investigação SIPAER busca o quê?

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RESPOSTA

Fatores contribuintes — para prevenir.

Não busca “a causa”, nem culpado. Todos os fatores têm o mesmo peso.

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QUIZ · BLOCO 1 · PERGUNTA 2 DE 5

O que o Decreto 57.055/1965 mudou?

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RESPOSTA

A prevenção virou o objetivo da investigação.

Fim da lógica de inquérito: o foco deixa de ser achar culpado.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES23
QUIZ · BLOCO 1 · PERGUNTA 3 DE 5

“Não há segredos nem bandeiras” significa…?

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RESPOSTA

Informação de segurança circula livremente — até entre concorrentes.

Segurança de voo não é vantagem competitiva nem segredo de estado.

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QUIZ · BLOCO 1 · PERGUNTA 4 DE 5

A filosofia SIPAER prega impunidade?

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RESPOSTA

Não. Dolo, crime e indisciplina seguem pelos meios próprios.

O que se protege é o erro honesto — a matéria-prima da prevenção.

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QUIZ · BLOCO 1 · PERGUNTA 5 DE 5

Quem é Elo-SIPAER?

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RESPOSTA

Toda organização que opera aeronaves — inclusive a SOAER.

E, na prática, cada tripulante é parte do Elo.

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“Salvar vidas é, em última análise, o que se busca.”

FILOSOFIA SIPAER
INTERVALO · RETORNO ÀS 15H10
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BLOCO 2 · RISCOS, REPORTES E A NOSSA OPERAÇÃO

O que mais derruba helicóptero?

Não é a máquina. São fatores humanos e operacionais — decisões tomadas sob pressão.

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GERENCIAMENTO DE RISCO

Perigo não é o mesmo que risco

PERIGO

Condição com potencial de causar dano.
Ex.: fios de alta tensão junto à rodovia.

RISCO

Probabilidade × severidade do dano acontecer.
Muda conforme luz, altura, preparo da equipe.

Pouso noturno em rodovia perto de fios: o perigo é o mesmo de dia — o risco, não.

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🎬 VÍDEO

Helicóptero colide com fio de alta tensão

O fio estava mapeado? Havia reconhecimento da área? Pressão para pousar ali?

Fios quase não aparecem em voo — quem vê primeiro costuma ser quem está olhando para fora.

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CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES30
RISCO 1

Baloeiro — o RJ lidera o ranking nacional

208 t
energia de impacto: balão de 150 kg × aeronave a 250 kt
  • ~100 mil balões/ano no Brasil · 4.053 eventos em aeródromos (2010–2019)
  • Não aparece no radar nem no TCAS
  • 2011: banner de balão obstruiu 3 pitots + TAT de um A319
  • Crime — art. 261 CP: 2 a 5 anos · pico maio–julho (estamos na temporada) · notificar no Portal Único
CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES31
RISCO 2

Raio laser — cegueira na pior hora

+10 km
alcance em que a retina ainda é vulnerável
58 → 332
registros no Brasil, de 2010 para 2011
  • Efeitos em escala (FAA): distração → ofuscamento → cegueira momentânea → dano permanente
  • Atinge na aproximação e pouso — a fase mais crítica
  • Também é crime: art. 261 CP · referência técnica: Doc 9815 OACI
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🎬 VÍDEO

Laser contra helicópteros — dois casos reais

Helicóptero da PM — suspeito preso · Paraná
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Homem detido após apontar laser · São José dos Campos
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CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES33
RISCO 2 · PROCEDIMENTO

Laser: agir em três fases

1 · PLANEJAMENTO
  • NOTAM e estatísticas CENIPA
  • Rota alternativa para áreas críticas
2 · ÁREA DE RISCO
  • Piloto automático engajado
  • “Um dentro, um fora”
  • Luzes da cabine acesas
3 · SE ATINGIDO
  • Não olhar a fonte · proteger os olhos
  • Considerar arremeter · transferir comandos
  • NÃO esfregar os olhos
  • Notificar ATC + Portal Único

Tripulantes: se o piloto for atingido, vocês são os olhos dele.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES34
RISCO 3

FOD — objeto estranho, dano real

113
mortos no Concorde AF4590 (25/07/2000) — uma lâmina de titânio de 43 cm esquecida na pista

FOD (OACI/ANAC): qualquer objeto estranho capaz de causar dano à aeronave. No aeromédico, ele nasce do nosso próprio trabalho:

  • Lençol solto no rotor · touca cirúrgica · embalagem de medicação
  • Maca mal travada · cascalho da área de pouso
  • Varredura visual antes da partida é responsabilidade de todos
CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES35
🎬 VÍDEO

Lona atinge o rotor de um helicóptero

Material leve + fluxo do rotor = FOD em segundos.

Na nossa operação, a “lona” pode ser um lençol, uma manta térmica ou a embalagem de um curativo.

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CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES36
RISCO 4

Fauna — o risco mora na nossa altura

93%
das colisões com aves ocorrem abaixo de 3.500 ft — a nossa altura de trabalho o tempo inteiro
  • Prejuízo mundial: US$ 3 bi/ano
  • Teoria dos 3A: água, alimento, abrigo atraem fauna
  • Lixão perto do hospital = urubu na aproximação
  • Colisão ou quase-colisão: reportar no Portal Único
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🎬 VÍDEO

Aves × helicópteros — três situações reais

Desvio a tempo — Cmte. Eco Carvalho
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Colisão + pouso de emergência
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Ave apanhada pelo rotor
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CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES38
POR QUE REPORTAR

TWA 514 — a informação que ficou na gaveta

92
mortos em 01/12/1974
  • 6 semanas antes, uma tripulação da United quase colidiu no mesmo ponto
  • O alerta ficou dentro da empresa — nunca chegou a quem precisava
  • Da tragédia nasceu o ASRS (1976), o sistema de reportes voluntários dos EUA

“Informação de segurança presa na gaveta mata.”

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES39
FERRAMENTAS DE PREVENÇÃO

RELPREV — o reporte voluntário

VOLUNTARIEDADE
Qualquer pessoa reporta
SIGILO DA FONTE
A identidade é protegida
NÃO PUNIÇÃO
Reporte não vira processo

Exemplos aeromédicos do que reportar:

  • Fadiga da tripulação
  • Sinalização deficiente na área de pouso
  • Equipamento solto na cabine
  • Quase-colisão com balão, drone ou ave
  • Pressão para decolar
  • Problema já resolvido? Reporta mesmo assim — alimenta a estatística
CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES40
FERRAMENTAS DE PREVENÇÃO

Outros canais: RCSV e mandatórios

RCSV

Direto ao CENIPA — quando o sistema local falha ou há temor de retaliação

MANDATÓRIOS

Acidente ou incidente grave: notificação obrigatória no Portal Único (Portaria 5.754/2021)

REGRA DE BOLSO

Viu perigo → RELPREV · Houve ocorrência → mandatório · Sistema local falhou → RCSV

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES41
FERRAMENTAS DE PREVENÇÃO

Quem reporta está protegido por lei

  • Lei 12.970/2014: dados de reporte não viram prova
  • Uso punitivo é vedado
  • Confirmada pelo STF em 2024

“Ausência de reportes não indica segurança — indica medo. Organização madura tem muitos reportes.”

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES42
FERRAMENTAS DE PREVENÇÃO

VSV — Vistoria de Segurança de Voo

Proativa, não punitiva, não busca culpados: procura perigos antes que virem ocorrência.

PERIÓDICA

Mínimo 1× por ano em cada setor, prevista no PPAA

ESPECIAL

Nova organização · novo equipamento · após acidente ou incidente

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES43
CRM AEROMÉDICO

Tripulantes de segurança

  • Mais olhos fora: fios, balões, aves, drones, pessoas caminhando para o rotor
  • Fraseologia direta: “obstáculo à direita!” — sem rodeios
  • Cabine estéril nas fases críticas: decolagem, aproximação e pouso
  • Qualquer um pode pausar uma operação insegura

“No Hudson, as comissárias foram decisivas. Na nossa aeronave, esse papel é de vocês.”

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES44
AVIAÇÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA

Casos nacionais — o padrão se repete

PRF · 2009
EC120B

Recomendação: MGO obrigatório

PC-GO · 2013
Piranhas · 8 vítimas

Estruturar a unidade aérea + treinamento

PM-AL · 2015
Bell 206 · 4 tripulantes

Observância dos limites operacionais

O padrão: estrutura, treinamento e pressão da missão — não a máquina.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES45
QUIZ FINAL · PERGUNTA 1 DE 5

Iluminado por laser: o que NÃO fazer?

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RESPOSTA

Esfregar os olhos.

Pode agravar a lesão na retina. Proteger, transferir comandos, notificar.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES46
QUIZ FINAL · PERGUNTA 2 DE 5

O que é FOD na operação aeromédica: lençol, embalagem ou cascalho?

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RESPOSTA

Todos.

Qualquer objeto estranho capaz de causar dano é FOD — a varredura é de todos.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES47
QUIZ FINAL · PERGUNTA 3 DE 5

93% das colisões com aves ocorrem em que faixa de altura?

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RESPOSTA

Abaixo de 3.500 ft.

Exatamente a nossa altura de trabalho — o tempo inteiro.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES48
QUIZ FINAL · PERGUNTA 4 DE 5

O perigo já foi corrigido. Ainda assim, eu reporto?

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RESPOSTA

Sim — o RELPREV alimenta a estatística.

O que não é registrado não existe para o sistema de prevenção.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES49
QUIZ FINAL · PERGUNTA 5 DE 5

Lembrei de algo do paciente na aproximação final. Falo agora?

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RESPOSTA

Cabine estéril: segura 60 segundos.

Exceção única: informação de risco imediato ao voo — essa fala na hora.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES50
LEVANDO PARA O VOO

Três compromissos

1
REPORTE
A lei protege quem reporta — e o silêncio custa caro
2
SEJA UM ELO
Varredura de FOD, olhos fora, carga sempre fixada
3
QUESTIONE
Pressão de missão não revoga limite operacional
CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES51
Brasão SOAER

Todo acidente pode ser evitado.

“A missão de salvar uma vida nunca pode custar quatro.”

BONS VOOS — E SEGUROS.

CETAM · Segurança de Voo · SOAER-SES52